Arquivo de Corporativo - Tecendo Negócios https://tecendonegocios.com.br/tag/corporativo/ Porque empreender é o nosso DNA. Wed, 03 Jun 2026 22:24:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://tecendonegocios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/elementor/thumbs/Untitled-design-2-2.webp Arquivo de Corporativo - Tecendo Negócios https://tecendonegocios.com.br/tag/corporativo/ 32 32 A ressurreição da LG e o novo culto à inteligência física https://tecendonegocios.com.br/lg-electronics-ia-fisica-robotica-alta-300/ https://tecendonegocios.com.br/lg-electronics-ia-fisica-robotica-alta-300/#respond Wed, 03 Jun 2026 22:13:42 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=950 Fabricante sul-coreana vê suas ações quadruplicarem em 2026 ao apostar na convergência entre robótica e IA — e um encontro com Jensen Huang vira catalisador de expectativas estratosféricas Há uma certa ironia elegante no fato de que a LG Electronics — empresa cujo nome carregava, até pouco tempo, a melancolia das marcas que perderam o […]

O post A ressurreição da LG e o novo culto à inteligência física apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
A ressurreição da LG e o novo culto à inteligência física

Fabricante sul-coreana vê suas ações quadruplicarem em 2026 ao apostar na convergência entre robótica e IA — e um encontro com Jensen Huang vira catalisador de expectativas estratosféricas

Há uma certa ironia elegante no fato de que a LG Electronics — empresa cujo nome carregava, até pouco tempo, a melancolia das marcas que perderam o passo na corrida dos semicondutores — tenha se tornado, em 2026, o objeto de desejo de uma geração de investidores ávidos por apostas na chamada inteligência física. As ações da companhia sul-coreana acumulam valorização superior a 300% no ano; número que, dito assim, soa quase como erro tipográfico, mas que os terminais financeiros confirmam com a frieza costumeira dos fatos consumados.

A narrativa que sustenta esse movimento bursátil não é nova — a convergência entre robótica e inteligência artificial vem sendo anunciada, com variados graus de seriedade, desde pelo menos a metade da década passada. O que mudou, e de forma suficientemente brusca para alterar a paisagem do mercado global, é o ritmo com que essa convergência passou a se materializar em produtos, contratos e expectativas de receita. A LG, que assistiu à corrida sul-coreana dos chips em 2025 de um camarote confortável e inerte, acordou para a segunda rodada com uma identidade reformulada: não mais a fabricante de televisores e eletrodomésticos que todos conheciam, mas um player em construção acelerada no universo da robótica aplicada.

O episódio mais recente dessa saga corporativa tem a textura das histórias que Wall Street e Seoul adoram simultaneamente: o presidente do grupo LG, Koo Kwang-mo, confirmou um encontro com Jensen Huang, o onipresente CEO da Nvidia, para o dia 5 de junho. A notícia foi suficiente para fazer a ação atingir o limite diário de valorização — 30% — por duas sessões consecutivas. Que a reunião entre dois executivos seja capaz de mover bilhões de dólares em capitalização de mercado antes mesmo de que qualquer parceria seja formalizada diz menos sobre a solidez dos fundamentos da LG e mais sobre a natureza especulativa do momento: o mercado não compra empresas, compra expectativas, e expectativas bem encenadas dispensam resultado imediato.

Não seria justo, porém, reduzir o movimento inteiro à espuma especulativa. Há substância sob a superfície agitada. A LG tem investido concretamente em robótica de serviço, automação industrial e no desenvolvimento de plataformas capazes de integrar hardware e software num ciclo mais próximo do que a indústria chama de IA embarcada — aquela que age sobre o mundo físico, e não apenas o processa em servidores remotos. É precisamente essa distinção que o mercado passou a valorizar em 2026, numa espécie de correção de rota em relação ao entusiasmo anterior, que privilegiava quase exclusivamente as empresas de infraestrutura de dados.

O caso da LG Electronics ilustra, com precisão quase didática, uma dinâmica que se repete em ciclos de transformação tecnológica: as empresas que chegam tarde à festa muitas vezes chegam mais bem equipadas, porque puderam observar os erros alheios antes de comprometer capital. A pergunta que os analistas ainda debatem é se essa vantagem do retardatário consciente será suficiente para sustentar uma valorização que já coloca a companhia em patamares históricos — ou se o encontro de junho entre Koo e Huang será lembrado, daqui a alguns anos, como o pico de uma euforia que a realidade dos balanços tratou, com sua habitual indiferença, de corrigir.

O post A ressurreição da LG e o novo culto à inteligência física apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
https://tecendonegocios.com.br/lg-electronics-ia-fisica-robotica-alta-300/feed/ 0 950
Precificação: por que você cobra barato e como mudar isso agora https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/ https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/#respond Thu, 21 May 2026 18:43:34 +0000 https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/ Cobrar pouco não é humildade — é um erro estratégico. Veja como precificar com inteligência e parar de trabalhar no prejuízo.

O post Precificação: por que você cobra barato e como mudar isso agora apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
Vou ser direto: a maioria dos pequenos empreendedores brasileiros cobra menos do que deveria. Não por falta de qualidade — pelo contrário. Cobra barato por medo. Medo de perder o cliente, de parecer caro, de “não ter mercado”. E esse medo está corroendo o seu negócio por dentro.

Precificação não é achismo. Não é “ver o que o concorrente cobra e cobrar um pouco menos”. É estratégia — e quando mal feita, nenhum volume de vendas vai salvar você.

O erro mais caro que empreendedores cometem

O erro clássico é calcular o preço assim: “quanto custa fazer?” + uma margenzinha por cima = preço final. Parece lógico. Não é suficiente.

Esse modelo ignora três elementos críticos:

  • O valor percebido pelo cliente — que frequentemente é muito maior do que o seu custo.
  • O seu tempo e expertise — que têm um custo de oportunidade real, mesmo que você não o veja no boleto.
  • O posicionamento de mercado — preço baixo não atrai cliente bom. Atrai cliente que nunca vai estar satisfeito e sempre vai pedir desconto.

“O preço que você cobra é o sinal mais claro que você manda ao mercado sobre o que você pensa do seu próprio trabalho.”

Como recalcular seu preço sem perder clientes

Aumentar preço de uma vez é susto. Mas existem caminhos inteligentes:

1. Reajuste gradual para novos clientes. Mantenha o preço atual para quem já é cliente fiel. Para os novos, pratique o preço correto desde o início. Em 6 meses, sua base já está reposicionada.

2. Agregue valor antes de subir o preço. Adicione um bônus, um atendimento diferenciado, um relatório extra. Justifique o novo valor com uma entrega real — não só com um número maior.

3. Teste um produto premium. Crie uma versão “top” do que você já oferece, com mais suporte ou mais personalização, e cobre 30% a 50% a mais. Você vai se surpreender com quem compra.

Um estudo do Sebrae de 2025 mostrou que 58% das micro e pequenas empresas que fecharam no Brasil apontaram margem insuficiente como um dos fatores — não falta de clientes, mas falta de lucro em cada venda.

Você não empreende para trabalhar muito e ganhar pouco. Revise seus números, reposicione seu valor e comece a cobrar o que o seu trabalho merece. O cliente certo vai pagar. O que não vai pagar, provavelmente não era o cliente certo.

Tecendo Negócios — conectando empreendedores ao futuro.

O post Precificação: por que você cobra barato e como mudar isso agora apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/feed/ 0 568
Empreender é o nosso DNA https://tecendonegocios.com.br/tecendo-negocios-empreender-dna/ https://tecendonegocios.com.br/tecendo-negocios-empreender-dna/#respond Thu, 21 May 2026 18:43:04 +0000 https://tecendonegocios.com.br/trabalho-assincrono-como-liderar-equipes-que-nao-dependem-de-voce-o-tempo-todo/ Líderes que aprendem a trabalhar de forma assíncrona constroem equipes mais autônomas, produtivas e resilientes. Entenda como.

O post Empreender é o nosso DNA apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
Você já olhou para o seu WhatsApp corporativo e sentiu que está preso num ciclo infinito de respostas? Se a sua equipe não consegue tomar uma decisão sem passar por você primeiro, temos um problema — e ele tem nome: dependência síncrona.

O trabalho assíncrono — aquele em que as pessoas colaboram sem precisar estar online ao mesmo tempo — deixou de ser privilégio das big techs globais. Em 2026, equipes brasileiras de 3 a 50 pessoas estão adotando esse modelo e colhendo resultados surpreendentes em produtividade, bem-estar e retenção de talentos.

O que muda na prática para o líder

Liderar de forma assíncrona não significa sumir ou se tornar inacessível. Significa comunicar com mais clareza e confiar com mais consistência.

Numa pesquisa da Fundação Dom Cabral publicada no início de 2026, 67% dos gestores brasileiros admitiram ser o principal gargalo nas decisões do dia a dia de suas equipes. Não por má vontade — mas por falta de processos que permitam às pessoas avançar sem aprovação constante.

A virada começa com três mudanças simples:

  • Documentação como hábito: decisões, contextos e critérios escritos num lugar acessível a todos. Nada de “combinar no corredor” ou “ver no WhatsApp”.
  • Reuniões com propósito real: se pode ser resolvido por mensagem de voz ou vídeo gravado, não precisa virar reunião. Reserve encontros síncronos para o que exige cocriação ou conexão humana genuína.
  • Autonomia com limites claros: defina os parâmetros dentro dos quais sua equipe pode decidir sem você. O que cada pessoa pode fazer sem pedir aprovação? Quanto pode gastar? Qual problema pode resolver sozinha?

O resultado vai além da produtividade

Empresas que implementaram cultura assíncrona relatam não apenas mais entregas — mas menos burnout, menor rotatividade e times que aprendem mais rápido. Quando as pessoas têm espaço para pensar antes de responder, a qualidade das contribuições sobe.

Um case inspirador: uma empresa de marketing digital de Belo Horizonte com 18 funcionários eliminou 70% das reuniões semanais após adotar um sistema de atualizações assíncronas em vídeo. Em seis meses, a satisfação da equipe subiu e dois talentos que estavam prestes a sair ficaram — citando justamente a nova autonomia como motivo.

Liderar no assíncrono exige um músculo que muitos gestores ainda estão desenvolvendo: a confiança radical. Não a confiança ingênua, mas aquela construída sobre expectativas claras, acompanhamento consistente e conversas honestas quando algo não funciona.

E você — sua liderança liberta ou prende a sua equipe? Quanto do que você faz hoje poderia ser feito por alguém do seu time, se eles tivessem o contexto certo?

Tecendo Negócios — conectando empreendedores ao futuro.

O post Empreender é o nosso DNA apareceu primeiro em Tecendo Negócios.

]]>
https://tecendonegocios.com.br/tecendo-negocios-empreender-dna/feed/ 0 567