Arquivo de empreendedorismo - Tecendo Negócios https://tecendonegocios.com.br/tag/empreendedorismo/ Porque empreender é o nosso DNA. Fri, 12 Jun 2026 14:50:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://tecendonegocios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/elementor/thumbs/Untitled-design-2-2.webp Arquivo de empreendedorismo - Tecendo Negócios https://tecendonegocios.com.br/tag/empreendedorismo/ 32 32 O Estado descobre que gentileza também compensa https://tecendonegocios.com.br/cadastro-fiscal-positivo/ https://tecendonegocios.com.br/cadastro-fiscal-positivo/#respond Fri, 12 Jun 2026 14:43:42 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=975 São Paulo acaba de inventar uma novidade que, em qualquer país organizado, seria pura obviedade: tratar bem quem paga as contas. Chama-se Cadastro Fiscal Positivo, criado por resolução da Procuradoria-Geral do Estado, e começa a valer dentro de 30 dias. A ideia é simples — talvez por isso tenha demorado tanto para nascer. A receita […]

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O Cadastro Fiscal Positivo, criado por resolução da Procuradoria-Geral do Estado

São Paulo acaba de inventar uma novidade que, em qualquer país organizado, seria pura obviedade: tratar bem quem paga as contas. Chama-se Cadastro Fiscal Positivo, criado por resolução da Procuradoria-Geral do Estado, e começa a valer dentro de 30 dias. A ideia é simples — talvez por isso tenha demorado tanto para nascer.

A receita é a seguinte. A empresa que negociou sua dívida com o Fisco, que mantém as parcelas em dia, que oferece garantias sólidas e não fica brigando na Justiça por qualquer cobrança, passa a ter prioridade na análise de transações tributárias, certidões de regularidade com prazo mais longo e atendimento diferenciado. Em outras palavras: quem cumpre a palavra deixa de ser tratado como suspeito.

Pode parecer pouco. Não é. Durante décadas, o contribuinte brasileiro aprendeu que pontualidade fiscal é virtude sem recompensa — o bom pagador faz fila igual ao sonegador contumaz, às vezes pior, porque o sonegador profissional sabe como navegar no contencioso e o pagador disciplinado não tem tempo nem advogado de plantão para isso. O novo cadastro reconhece, ainda que tardiamente, que essa equivalência é um erro de cálculo do próprio Estado: ela empurra para a inadimplência quem hesita entre pagar ou não pagar.

A lista parte com 41 empresas — petroquímicas, construtoras, varejo, telecomunicações, cimenteiras — somando R$ 549 milhões em dívida ativa, boa parte em disputas de ICMS, o imposto que mais alimenta tribunais neste país. Os critérios de entrada são objetivos: pelo menos 80% do débito já em programa de renegociação e 80% do valor coberto por garantia — seguro, fiança ou imóvel. Sem favor, sem cochicho, sem padrinho. Um raro caso em que a régua é a mesma para todos.

A procuradora-geral Inês Coimbra resumiu bem o espírito da medida: o objetivo é “diferenciar esse bom pagador daqueles contribuintes que têm na inadimplência uma forma de atuação, quase um diferencial competitivo”. É preciso repetir essa frase, porque ela descreve uma distorção que o mercado conhece bem. Existe empresa que faz da dívida tributária uma estratégia de caixa, sabendo que o custo de não pagar é menor que o custo do crédito bancário. Essas companhias competem com vantagem desleal contra quem recolhe imposto em dia — e é essa vantagem que o novo cadastro tenta, finalmente, neutralizar.

Claro que o programa nasce pequeno e cauteloso: limite de 50 participantes nos três primeiros meses, reavaliação trimestral, possibilidade de entrar e sair da lista conforme o comportamento do contribuinte. A PGE-SP prefere testar antes de generalizar — postura sensata, ainda que modesta diante do tamanho do problema. O Acordo Paulista, programa que deu origem a esse cadastro, já acumula R$ 63,4 bilhões em débitos renegociados. Se a lógica funcionar, o desafio será multiplicar essa experiência sem perder o rigor que a torna confiável.

Vale notar o que a medida não é: não é perdão, não é desconto disfarçado, não é mais uma daquelas “renegociações especiais” que, na prática, ensinam o contribuinte a esperar a próxima anistia em vez de pagar a conta no vencimento. O Cadastro Fiscal Positivo trabalha na direção contrária — premia quem já decidiu acertar as contas e quer previsibilidade para continuar nessa linha.

Resta a pergunta inevitável: por que só agora? A resposta, suspeito, está menos na vontade política do que na pressão dos números. Com o contencioso tributário brasileiro consumindo bilhões em tempo de procuradores, juízes e departamentos jurídicos — recursos que poderiam estar em qualquer lugar produzindo riqueza —, criar um caminho que reduza litígio passou a ser, mais do que boa vontade, boa administração. Tarde, mas bem-vinda.

Se o exemplo pegar, talvez um dia o contribuinte paulista descubra algo que parecia impossível: que pagar imposto em dia pode, sim, valer a pena. Não é pouco para um país onde, historicamente, dever ao Fisco compensava mais do que honrar compromissos com ele.

Fonte: Diário do Comércio/SP

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A Nvidia quer mandar no mundo físico https://tecendonegocios.com.br/nvidia-robos-humanoides-ai-pc-2026/ https://tecendonegocios.com.br/nvidia-robos-humanoides-ai-pc-2026/#respond Wed, 03 Jun 2026 00:23:58 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=865 E está começando pelos robôs Quando a gente acha que a Nvidia já dominou bastante coisa — a IA, os data centers, os jogos — ela resolve entrar no mundo dos robôs humanoides. É isso mesmo: a empresa anunciou parcerias com fabricantes de robôs nos Estados Unidos, Europa e Coreia do Sul, além da já […]

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A Nvidia quer mandar no mundo físico — e está começando pelos robôs

E está começando pelos robôs

Quando a gente acha que a Nvidia já dominou bastante coisa — a IA, os data centers, os jogos — ela resolve entrar no mundo dos robôs humanoides. É isso mesmo: a empresa anunciou parcerias com fabricantes de robôs nos Estados Unidos, Europa e Coreia do Sul, além da já existente com a chinesa Unitree. A ideia é colocar os chips Blackwell da Nvidia no coração desses robôs, junto com tecnologia de segurança cibernética embutida.

O modelo inicial integra o corpo do robô H2 da Unitree com mãos avançadas da startup singapurense Sharpa — e tudo isso vai para as mãos de pesquisadores de universidades como Stanford e UC San Diego. Não é ficção científica: é pesquisa concreta em IA física, com hardware padronizado e atualizações de software verificadas pelos próprios chips da Nvidia, para evitar código malicioso.

Mas por que isso importa?

Porque a Nvidia está fazendo uma jogada enorme: deixa de ser só fornecedora de chips e passa a ser a plataforma central de computação e software para toda a indústria de robôs humanoides. É como se ela quisesse ser o “Android” do mundo dos robôs — o sistema que todo mundo usa por baixo.

E não para por aí. A empresa também apresentou o RTX Spark Superchip no Computex: um chip completo para computadores pessoais com IA, que mistura GPU Blackwell com CPU Grace. O objetivo? Trazer processamento de IA para fora da nuvem, direto para o seu laptop ou mini-PC. Isso coloca a Nvidia de frente com Apple, Intel, AMD e Qualcomm no segmento dos chamados “AI PCs”. Sinal dos tempos: a briga de IA saiu dos data centers e chegou na mesa de todo mundo.

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O Varejo que está ditando as regras lá fora https://tecendonegocios.com.br/o-varejo-que-esta-ditando-as-regras-la-fora/ https://tecendonegocios.com.br/o-varejo-que-esta-ditando-as-regras-la-fora/#respond Tue, 02 Jun 2026 15:38:38 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=821 A revista Time, uma das publicações mais respeitadas do planeta, fez exatamente isso: mapeou os 10 nomes do varejo que estão moldando tendências em 2026. É a estreia de um recorte setorial dentro da sua famosa lista das 100 Empresas Mais Influentes. E o resultado é, no mínimo, surpreendente. Tem de tudo: luxo barato, robô […]

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O varejo que faz a diferença

A revista Time, uma das publicações mais respeitadas do planeta, fez exatamente isso: mapeou os 10 nomes do varejo que estão moldando tendências em 2026. É a estreia de um recorte setorial dentro da sua famosa lista das 100 Empresas Mais Influentes. E o resultado é, no mínimo, surpreendente.

Tem de tudo: luxo barato, robô entregador, roupa alugada, eletrônico usado e etiqueta eletrônica de prateleira. O analista Neil Saunders, da consultoria GlobalData Retail, resume bem o que une nomes tão diferentes: “O segredo é manter-se próximo do cliente e continuar evoluindo.” Parece simples. Não é.

A livraria que se recusou a morrer

A Barnes & Noble é um daqueles casos que a imprensa adorava enterrar. Livraria física, concorrendo com a Amazon, numa época em que todo mundo migrava pro digital. Não tinha como dar certo, certo? Errado.

Em 2019, o grupo Elliot — dono da rede britânica Waterstones — comprou a rede e fez o óbvio que ninguém tinha feito antes: voltou a focar no que a livraria sabe fazer de verdade. Livros. Sem enrolação. Sem tentar ser uma loja de eletrônicos disfarçada de livraria.

A virada foi deixar os funcionários de cada loja escolherem o acervo com base no público local. Parece detalhe, mas é o tipo de coisa que faz um cliente entrar e sair com três livros que ele nem planejava comprar. Enquanto isso, a marca soube aproveitar o boom do BookTok — a comunidade de leitores no TikTok — sem abrir mão do charme físico das lojas.

O resultado? 60 lojas novas só em 2025, mais 60 previstas para este ano, e a aquisição da Books Inc. no segundo semestre do ano passado. Não parece muito um negócio moribundo.

O Bichinho de Pelúcia que virou Máquina de Dinheiro

Fundada em 1999 no Reino Unido, a Jellycat nunca teve pretão de mudar o mundo. Ela faz bichinhos de pelúcia. Fofos. Bem fofos. Mas em algum momento entre 2013 e 2024, algo aconteceu: o faturamento saltou de US$ 7 milhões para US$ 445 milhões.

A lógica parece simples: peças colecionáveis geraram uma febre global. Mas o que realmente catapultou a marca foi a experiência nas lojas. A Jellycat não coloca as peças numa prateleira e espera. Ela cria mundos. O Jellycat Diner dentro da lendária FAO Schwarz em Nova York. A Jellycat Patisserie no quinto andar das Galerias Lafayette em Paris. O Jellycat Ski Club em Los Angeles.

São ativações que transformam a compra num evento. Adultos vão lá tão animados quanto as crianças. E saem com sacolinhas. E postam nas redes. E o ciclo recomeça. Simples assim.

Luxo? Sim. Caro? Já não.

Líder da lista da Time, a Quince foi fundada em 2018 na Califórnia e vale hoje US$ 10,1 bilhões. A proposta é direta: tecidos de alta qualidade — cashmere, seda, linho premium — a preços que não te fazem chorar na hora de conferir o cartão. Para isso, a empresa negocia diretamente com as fábricas, cortando intermediários.

Mas o que diferencia a Quince de uma simples marca de roupa barata é o uso da inteligência artificial para prever o que as pessoas vão querer comprar. A própria diretora de estratégia de marca, Dakota Kate Isaacs, explicou à Time: “Não se trata mais de analisar o que a concorrência faz. Trata-se de entender o que o consumidor realmente quer e onde existe a oportunidade de entregar isso mais rápido, com melhor qualidade e a um preço mais acessível.”

Sustentabilidade que funciona — e dá lucro

Dois outros nomes da lista apostam no reaproveitamento, e estão indo muito bem obrigado. A Back Market, francesa, facilitou a vida de quem quer vender ou comprar eletrônico usado com segurança. Começou com smartphones, foi expandindo para tablets, computadores e até eletrodomésticos. Dá um ano de garantia nos produtos. Resultado: consumidores confiando e comprando.

Já a Nuuly apostou no aluguel de roupas por assinatura. Por US$ 98 por mês, o assinante fica com seis peças durante 30 dias. A empresa gerencia armazéns próprios, lavanderia e estrutura de reparo. Resultado: quase 400 mil assinantes ativos. Moda circular funcionando na prática.

Tecnologia que já está nas prateleiras

A lista ainda traz duas empresas de tecnologia aplicada ao varejo. A Vusion, francesa, é especialista em etiquetas eletrônicas de prateleira — aquelas que substituem os papelzinhos de preço e permitem atualizar informações em tempo real, mostrar promoções e até controlar estoque. Uma prateleira que pensa. Tecnologia assim já foi vista em ação na chamada “Loja do Amanhã” em Cingapura.

A DoorDash, por sua vez, ficou famosa pelo delivery. Mas o que chama atenção agora é a expansão das entregas feitas por robôs autônomos. Começou com o robô Dot em Phoenix, depois fechou acordo com a Serve Robotics — que já tem mais de 2 mil robôs circulando pelos Estados Unidos. É o futuro entregando pizza. Literalmente.

E os outros? Whatnot, Warby Parker e Shopify

A lista se completa com mais três nomes interessantes. A Whatnot é um app de vendas por leilão ao vivo — uma mistura de live commerce com a adrenalina de dar lances. A Warby Parker revolucionou a experiência de comprar óculos ao deixar o cliente experimentar armações em casa antes de decidir. E a Shopify, já bastante conhecida no Brasil, continua democratizando o e-commerce para pequenos e médios empreendedores ao redor do mundo.

O que elas têm em comum?

Nenhuma dessas empresas virou tendência por acidente. Cada uma, à sua maneira, entendeu que o mercado não recompensa quem fica parado. Algumas apostaram em tecnologia. Outras em experiência. Outras em propósito. Mas todas fizeram a mesma coisa: ouviram o cliente e responderam com inteligência.

Como disse Saunders, da GlobalData: se o critério fosse só tamanho, Amazon e Walmart estariam aqui. Mas a lista da Time é sobre influência — sobre quem está ensinando os outros a pensar diferente. E nesse quesito, até um bichinho de pelúcia tem o que ensinar.

Fonte: Diário do Comércio

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Semana do MEI 2026: tudo sobre o maior evento para microempreendedores do Brasil https://tecendonegocios.com.br/semana-do-mei-2026-sebrae/ https://tecendonegocios.com.br/semana-do-mei-2026-sebrae/#respond Sat, 23 May 2026 02:44:07 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=712 Maior mobilização do país para microempreendedores acontece de 25 a 29 de maio Se você é MEI ou pensa em se tornar um, marque no calendário: de 25 a 29 de maio de 2026, o Brasil inteiro vira um grande laboratório de empreendedorismo. É a 17ª edição da Semana do MEI, promovida pelo Sebrae, e […]

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Semana do MEI 2026

Maior mobilização do país para microempreendedores acontece de 25 a 29 de maio

Se você é MEI ou pensa em se tornar um, marque no calendário: de 25 a 29 de maio de 2026, o Brasil inteiro vira um grande laboratório de empreendedorismo. É a 17ª edição da Semana do MEI, promovida pelo Sebrae, e a expectativa é histórica: superar a marca de 1,5 milhão de atendimentos gratuitos em todo o país.

O que é a Semana do MEI e por que ela importa tanto?

Criada para democratizar o acesso à informação, a Semana do MEI é a maior mobilização do Sistema Sebrae dedicada exclusivamente ao Microempreendedor Individual. Durante cinco dias consecutivos, milhares de consultores, contadores e especialistas se distribuem por centenas de municípios para orientar quem quer abrir, organizar ou crescer no mundo do empreendedorismo formal. No Ceará, por exemplo, a programação de 2026 conta com mais de 460 atividades gratuitas espalhadas por 159 municípios. Uma estrutura que seria impensável fora do contexto de uma semana dedicada.

O que esperar em 2026?

Oficinas, palestras, consultorias individuais, orientação jurídica, dicas de marketing digital e muito mais. A edição deste ano coloca o holofote em temas que nunca foram tão urgentes para o MEI: uso de inteligência artificial no dia a dia, gestão financeira básica e expansão pelo e-commerce.

"O MEI que não evolui fica para trás. Mas o que aprende a usar as ferramentas certas — mesmo sem saber que é tecnologia — dá um salto enorme."
Consultor
Sebrae

Como participar?

Acesse o portal do Sebrae (sebrae.com.br), procure a programação do seu estado e garanta sua vaga nas atividades presenciais ou online. A maioria dos eventos é totalmente gratuita e aberta ao público — seja você MEI ou não. Quem perdeu edições anteriores costuma se arrepender. Quem participou, em geral, sai com pelo menos uma decisão que muda a rota do negócio.

Fontes:
• Agência Sebrae de Notícias — CE — https://ce.agenciasebrae.com.br/arquivo/semana-do-mei-2026-impulsiona-o-empreendedorismo-no-ceara-e-no-brasil/
• Cravou — Semana do MEI 2026 — https://www.cravou.com.br/noticias/4265-semana-do-mei-2026-quer-promover-r ecorde-de-15-milhao-de-atendimentos-em-todo-o-brasil.

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Precificação Inteligente: como definir o PREÇO CERTO https://tecendonegocios.com.br/precificacao-inteligente-como-definir-o-preco-certo/ https://tecendonegocios.com.br/precificacao-inteligente-como-definir-o-preco-certo/#respond Sat, 23 May 2026 01:38:09 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=690 Vamos direto ao ponto: o maior problema financeiro da maioria dos pequenos empreendedores brasileiros não é a falta de clientes. É a precificação errada. Trabalham muito, vendem bastante e, no final do mês, a conta não fecha. Se isso soa familiar, continue lendo. O erro clássico: precificar pelo que o concorrente cobra Olhar o preço […]

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Precificação sem medo: como definir o preço certo e parar de trabalhar para pagar conta

Vamos direto ao ponto: o maior problema financeiro da maioria dos pequenos empreendedores brasileiros não é a falta de clientes. É a precificação errada. Trabalham muito, vendem bastante e, no final do mês, a conta não fecha. Se isso soa familiar, continue lendo.

O erro clássico: precificar pelo que o concorrente cobra

Olhar o preço do concorrente é legítimo. Copiá-lo sem entender seus próprios custos é suicídio financeiro disfarçado de estratégia. O seu concorrente pode ter uma estrutura completamente diferente da sua — fornecedores diferentes, aluguel menor, sócio que não precisa de pró-labore. Você não tem como saber. E se ele estiver também precificando errado? Vai afundar junto com ele?

A precificação correta começa de dentro para fora, não de fora para dentro.

A fórmula que todo empreendedor deveria tatuar no pulso

Preço mínimo viável = Custo direto + Custo fixo rateado + Margem de lucro desejada + Impostos

Simples assim. Mas a maioria esquece o custo fixo rateado (aluguel, internet, contador, sua hora de trabalho) e a margem de lucro real — confundindo faturamento com lucro. Resultado: preço baixo que não sustenta o negócio.

Um exemplo concreto: uma designer freelancer cobra R$500 por um logotipo. Parece bom. Mas se ela leva 6 horas para criar, mais 2 horas de reunião, mais 1 hora de revisão, são 9 horas de trabalho. A hora dela sai a R$55. Descontando impostos do Simples e custos de software, sobram menos de R$30/hora. Menos que muita CLT sem diploma.

Três estratégias para reposicionar seu preço sem perder clientes

1. Aumente gradualmente. Aumentos de 10 a 15% em intervalos de 3 a 4 meses raramente geram abandono de clientes que já te conhecem e confiam no seu trabalho.

2. Junte valor antes de aumentar preço. Adicione algo ao seu serviço — um relatório, um prazo mais rápido, um bônus — e reposicione. O cliente percebe mais valor e aceita pagar mais.

3. Filtre sua carteira. Nem todo cliente é bom cliente. Os que resistem a qualquer aumento e são difíceis de gerir consomem tempo que poderia ser usado para atrair clientes melhores. Às vezes, perder um cliente é o melhor negócio do mês.

“Preço baixo não é estratégia. É desespero com desconto.”

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Mudou tudo! Quem é o novo cliente do supermercado (e o manual para não o perder de vista) https://tecendonegocios.com.br/mudou-tudo-quem-e-o-novo-cliente-dosupermercado/ https://tecendonegocios.com.br/mudou-tudo-quem-e-o-novo-cliente-dosupermercado/#respond Fri, 22 May 2026 12:00:14 +0000 https://tecendonegocios.com.br/?p=628 Se você acha que o consumidor de hoje só quer saber de preço baixo e do corredor mais perto daentrada, não se engane. O jogo mudou! Segundo um super painel com a especialista FátimaMerlin na Apas Show, o cliente atual quer experiência, conexão emocional e comprasinteligentes. O preço e a conveniência? Continuam lá, mas já […]

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Se você acha que o consumidor de hoje só quer saber de preço baixo e do corredor mais perto da
entrada, não se engane. O jogo mudou! Segundo um super painel com a especialista Fátima
Merlin na Apas Show, o cliente atual quer experiência, conexão emocional e compras
inteligentes. O preço e a conveniência? Continuam lá, mas já não mandam no pedaço
sozinhos.
Na verdade, as pessoas dividiram-se em “tribos” de consumo super interessantes. Olha só
onde é que o seu cliente se encaixa:

  1. O Híbrido (O famoso “Poupado, mas com estilo”)
    Este cliente adora uma promoção no básico (arroz, massa, detergente), mas não pensa duas
    vezes antes de gastar um extra num chocolate premium ou numa cerveja artesanal. É a cultura
    do high-low: poupa onde dá para ostentar onde dá prazer.
    * A dica de ouro Organize as prateleiras por “missão”. Se ele quer uma salada, põe a
    caixinha já lavada e cortada mesmo à frente do nariz dele. Facilita a vida dele!
  1. Tech-Enabled & Human-Centered (O “Digital, mas com abraço”)
    Ele adora tecnologia, usa a app do supermercado e passa no caixas de self-checkout. Mas
    atenção: ele não quer falar com robôs! A tecnologia serve para agilizar, mas a experiência
    física, o olho no olho e o atendimento humano continuam a ser sagrados.
    * A dica de ouro Use e abuse do retail media (aqueles ecrãs digitais na loja) para
    informar e dar dicas, e nunca cortes nas ativações sensoriais, como aquela bela
    degustação de queijos e vinhos que toda a gente adora.
  1. Conveniência Radical (O “Tenho pressa, não me chateia”)
    Tempo é dinheiro (e saúde mental). Este consumidor quer entrar, pegar no que precisa e sair rapidamente. Zero fricção, zero filas, zero labirintos.
    * A dica de ouro Lojas mais compactas e corredores temáticos. Imagina um corredor só
    focado no “Pequeno-almoço” onde você junta o café, os cereais, o pão e o leite. Entrou, pegou,
    faturou!
  1. O Team Saúde e Longevidade (Efeito Ozempic & Cia.)
    Com a febre das canetas emagrecedoras e a busca por uma vida mais longa, o comportamento
    alimentar mudou. Menos açúcar, menos ultraprocessados, mais proteína e mais nutrição
    funcional.
    * A dica de ouro Crie um “santuário saudável” na loja. Destaque os suplementos (que têm
    uma margem de lucro incrível!), as frutas cortadas prontas para comer e os produtos sem
    glúten.
Quem é o novo cliente do
supermercado
Olha só onde é que o seu cliente se encaixa

O Grande Alerta: O Varejo está deitando dinheiro no lixo!

A Fátima Merlin soltou uma bomba: o retalho perde cerca de 12 mil milhões de reais em
promoções que ninguém quer e enche as gôndolas com 30% de produtos desnecessários.
Porquê? Porque as marcas ainda acham que definir o cliente é só saber a classe social (A, B
ou C). Errado! Precisa saber se ele tem filhos, se cuida de um gato, se é jovem ou se está
focado na dieta.
Para piorar (ou desafiar!), a fidelidade morreu: 7 em cada 10 clientes saltitam entre 3
supermercados diferentes para fazer as compras do mês.

O que está bombando no carrinho?
* Bebidas e Higiene: Tudo o que seja prático, funcional ou 2 em 1 (shampoo+condicionador,
produtos multiusos de limpeza).
* Mundo Pet: Os patudos mandam em casa! Ração já não chega; roupinhas e brinquedos
estão a conquistar espaço no supermercado.

Moral da história: Se você quer conquistar este novo consumidor, não lhe venda apenas
produtos. Venda-lhe tempo, saúde, mimos e uma experiência fantástica. Põe os seus
promotores para explicar os benefícios dos produtos e transforma a sua loja num lugar onde dá
gosto estar!

Fonte: Diário do Comércio

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Precificação: por que você cobra barato e como mudar isso agora https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/ https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/#respond Thu, 21 May 2026 18:43:34 +0000 https://tecendonegocios.com.br/precificacao-por-que-voce-cobra-barato-e-como-mudar-isso-agora/ Cobrar pouco não é humildade — é um erro estratégico. Veja como precificar com inteligência e parar de trabalhar no prejuízo.

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Vou ser direto: a maioria dos pequenos empreendedores brasileiros cobra menos do que deveria. Não por falta de qualidade — pelo contrário. Cobra barato por medo. Medo de perder o cliente, de parecer caro, de “não ter mercado”. E esse medo está corroendo o seu negócio por dentro.

Precificação não é achismo. Não é “ver o que o concorrente cobra e cobrar um pouco menos”. É estratégia — e quando mal feita, nenhum volume de vendas vai salvar você.

O erro mais caro que empreendedores cometem

O erro clássico é calcular o preço assim: “quanto custa fazer?” + uma margenzinha por cima = preço final. Parece lógico. Não é suficiente.

Esse modelo ignora três elementos críticos:

  • O valor percebido pelo cliente — que frequentemente é muito maior do que o seu custo.
  • O seu tempo e expertise — que têm um custo de oportunidade real, mesmo que você não o veja no boleto.
  • O posicionamento de mercado — preço baixo não atrai cliente bom. Atrai cliente que nunca vai estar satisfeito e sempre vai pedir desconto.

“O preço que você cobra é o sinal mais claro que você manda ao mercado sobre o que você pensa do seu próprio trabalho.”

Como recalcular seu preço sem perder clientes

Aumentar preço de uma vez é susto. Mas existem caminhos inteligentes:

1. Reajuste gradual para novos clientes. Mantenha o preço atual para quem já é cliente fiel. Para os novos, pratique o preço correto desde o início. Em 6 meses, sua base já está reposicionada.

2. Agregue valor antes de subir o preço. Adicione um bônus, um atendimento diferenciado, um relatório extra. Justifique o novo valor com uma entrega real — não só com um número maior.

3. Teste um produto premium. Crie uma versão “top” do que você já oferece, com mais suporte ou mais personalização, e cobre 30% a 50% a mais. Você vai se surpreender com quem compra.

Um estudo do Sebrae de 2025 mostrou que 58% das micro e pequenas empresas que fecharam no Brasil apontaram margem insuficiente como um dos fatores — não falta de clientes, mas falta de lucro em cada venda.

Você não empreende para trabalhar muito e ganhar pouco. Revise seus números, reposicione seu valor e comece a cobrar o que o seu trabalho merece. O cliente certo vai pagar. O que não vai pagar, provavelmente não era o cliente certo.

Tecendo Negócios — conectando empreendedores ao futuro.

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Empreender é o nosso DNA https://tecendonegocios.com.br/tecendo-negocios-empreender-dna/ https://tecendonegocios.com.br/tecendo-negocios-empreender-dna/#respond Thu, 21 May 2026 18:43:04 +0000 https://tecendonegocios.com.br/trabalho-assincrono-como-liderar-equipes-que-nao-dependem-de-voce-o-tempo-todo/ Líderes que aprendem a trabalhar de forma assíncrona constroem equipes mais autônomas, produtivas e resilientes. Entenda como.

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Você já olhou para o seu WhatsApp corporativo e sentiu que está preso num ciclo infinito de respostas? Se a sua equipe não consegue tomar uma decisão sem passar por você primeiro, temos um problema — e ele tem nome: dependência síncrona.

O trabalho assíncrono — aquele em que as pessoas colaboram sem precisar estar online ao mesmo tempo — deixou de ser privilégio das big techs globais. Em 2026, equipes brasileiras de 3 a 50 pessoas estão adotando esse modelo e colhendo resultados surpreendentes em produtividade, bem-estar e retenção de talentos.

O que muda na prática para o líder

Liderar de forma assíncrona não significa sumir ou se tornar inacessível. Significa comunicar com mais clareza e confiar com mais consistência.

Numa pesquisa da Fundação Dom Cabral publicada no início de 2026, 67% dos gestores brasileiros admitiram ser o principal gargalo nas decisões do dia a dia de suas equipes. Não por má vontade — mas por falta de processos que permitam às pessoas avançar sem aprovação constante.

A virada começa com três mudanças simples:

  • Documentação como hábito: decisões, contextos e critérios escritos num lugar acessível a todos. Nada de “combinar no corredor” ou “ver no WhatsApp”.
  • Reuniões com propósito real: se pode ser resolvido por mensagem de voz ou vídeo gravado, não precisa virar reunião. Reserve encontros síncronos para o que exige cocriação ou conexão humana genuína.
  • Autonomia com limites claros: defina os parâmetros dentro dos quais sua equipe pode decidir sem você. O que cada pessoa pode fazer sem pedir aprovação? Quanto pode gastar? Qual problema pode resolver sozinha?

O resultado vai além da produtividade

Empresas que implementaram cultura assíncrona relatam não apenas mais entregas — mas menos burnout, menor rotatividade e times que aprendem mais rápido. Quando as pessoas têm espaço para pensar antes de responder, a qualidade das contribuições sobe.

Um case inspirador: uma empresa de marketing digital de Belo Horizonte com 18 funcionários eliminou 70% das reuniões semanais após adotar um sistema de atualizações assíncronas em vídeo. Em seis meses, a satisfação da equipe subiu e dois talentos que estavam prestes a sair ficaram — citando justamente a nova autonomia como motivo.

Liderar no assíncrono exige um músculo que muitos gestores ainda estão desenvolvendo: a confiança radical. Não a confiança ingênua, mas aquela construída sobre expectativas claras, acompanhamento consistente e conversas honestas quando algo não funciona.

E você — sua liderança liberta ou prende a sua equipe? Quanto do que você faz hoje poderia ser feito por alguém do seu time, se eles tivessem o contexto certo?

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Carol Marques apresenta a Masterclass "QUEM NÃO DOMINA O TEMPO, TERCEIRIZA O FUTURO"!

Carol Marques apresenta o nosso próximo Masterclass

A Palestrante CAROL MARQUES é a nossa CONVIDADA para a próxima MASTERCLASS a ser realizada nesta QUINTA, dia 27 de novembro, a partir das 20hs, em nosso canal no YOUTUBE. Com o tema: “QUEM NÃO DOMINA O TEMPO, TERCEIRIZA O FUTURO”, Carol pretende demonstrar a IMPORTÂNCIA da ADMINISTRAÇÃO CORRETA DO TEMPO para o SUCESSO de seu NEGÓCIO. Um evento imperdível!

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